Truth or dare, just a game? - JB


Era só mais um jogo de verdade ou desafio, só isso. Tudo não passou de um jogo.
Mas parece que o JB não entendeu isso.



- , topa jogar verdade ou desafio? - Youngjae perguntou me olhando sorridente.
- Sim. - sorri e me sentei no chão, ao lado de Jackson.
- Eu começo! - Bambam gritou do meu lado e tapei o ouvido.
- Cacete Bambam! - bati nele. - Não grita.
- Desculpa?! - ele sorriu e eu não pude resistir, sorri junto.
- Gira logo Bambam! - Youngjae reclamou.
O menino girou, dando início ao jogo, foi divertido, até cair para o Mark me desafiar.
- Verdade ou desafio? - ele sorriu maléfico, pude pensar em sua pergunta e em seu desafio.
Revirei os olhos e optei pelo melhor:
- Desafio.
- Dá um beijo no JB. - o encarei revirando os olhos, ele é um cretino.
- Não.
- É só um beijinho . - Jackson me deu um empurrãozinho.
- Então beija você. - respondi grossa.
- Ou você beija ele ou vai ter que fazer favor para nós por um mês. Para todos nós. - Mark falou com um sorriso vitorioso no rosto.
Eu teria aceitado o mês de castigo, mas eu sei que eles serão abusivos e vão me pedir coisas quase impossíveis.
- Por mim tudo bem . - JB me tirou dos meus pensamentos.
Merda Jaebum! Você era minha última chance!
Bufei e engatinhei para perto dele.
- CALMA! - Mark gritou, me fazendo cair por perder o equilíbrio. - Não vale beijo na bochecha. Tem que ser beijo mesmo! Não vale selinho também.
Bufei e voltei a ficar de quatro, com a bunda para Jackson e Bambam.
Coloquei uma mão na nuca do garoto e respirei fundo, fechando os olhos. Não sei quando, mas o espaço que restava entre nós acabou, e por segundos nossos lábios foram pressionados, apenas isso, até ele pedir passagem com a sua língua, o que cedi me esquecendo dos outros seis presentes.
Seu beijo era gostoso, e me fazia querer nunca mais soltá-lo, nossos lábios estavam em perfeita sincronia e eu podia sentir borboletas no estômago.
Nos separei desesperadamente procurando por ar, me senti desnorteada por alguns segundos, não conseguia fazer meu corpo se mover e voltar para o meu lugar.
- Anda logo com isso. - Junior me empurrou de leve, me fazendo voltar ao mundo.
- Ahhh... - Bambam e Jackson exclamaram tristemente.
- O que aconteceu? - Yugyeom perguntou inocente.
- Eles estavam olhando a minha bunda bobinho. - lhe expliquei, ele ficou boquiaberto, encarando seus hyungs e provavelmente se perguntando como eles podiam ser tão desrespeitosos. - Não tem problema Yugyeom! - ri nasalado. - O que nós temos é para ser visto certo?
Ele assentiu meio incerto e eu ri.
Encarei Jaebum, ele me olhava fixamente e sorria, um sorriso pequeno, como o de quem vai aprontar às escondidas da mãe.
Em poucos minutos desistimos do jogo, ninguém tinha ideias para os desafios e Coco estava implorando por alguma atenção.
- Eu vou dormir meninos. - me levantei do chão. - Boa noite.
- Boa noite . - eles responderam em uníssono.
Sorri e fui para o quarto de Jinyoung, meu irmão. Eu já trajava o meu pijama, um pouquinho indecente se querem saber, mas eu pouco me importava.
Puxei as cobertas e pude deitar, a cama não estava quente assim como o quarto, por conta do clima frio da Coréia.
Fechei os olhos e senti o sono me invadir.
- Você está dormindo mesmo? - alguém sussurrou em meu ouvido.
Senti meus pelos ouriçarem ao sentir a minha cama afundar um pouco.
- Está dormindo ? - senti lábios gélidos tocarem a pele do meu pescoço.
- Estou JB. - falei tentando me controlar.
- Percebi. - ele afastou o meu cabelo, lhe dando mais acesso ao meu pescoço.
- O que você quer? - perguntei ainda de costas para ele.
- Não está claro que eu só quero você?
- Você só quer sexo, porque está na seca a anos! Agora me deixa dormir. - o empurrei.
- Quem disse que eu estou na seca a anos? - ele arqueou uma sobrancelha, me desafiando.
- Não me interessa. Agora sai do meu quarto. - tentei empurra-lo.
- Tem certeza que quer que eu saia? - ele tocou nossos narizes.
Sua respiração batia nos meus lábios, eu estava me controlando ao máximo para não beijá-lo. Eu não posso ter esse tipo de relacionamento com os amigos do meu irmão.
- E então ? - ele passou o polegar pela minha bochecha até meus lábios.
- Eu... Não... JB... Isso é errado. - falei num fio de voz.
- Ninguém vai saber pequena. - ele sorriu.
Apesar da quase escuridão total, eu podia muito bem ver seu rosto. Um rosto de anjinho se querem saber. Estava em minhas mãos acabar com aquele curta distância ou aumentá-la.
Eu estava em um grande conflito. Se meu irmão descobrir eu to frita. Mas eu vou me arrepender até o último fio de cabelo se eu deixar esse ser sair pela minha porta sem termos feito nada.
- Foda-se. - pensei alto e puxei sua boca para perto da minha, finalmente quebrando nossa distância.
Nossas línguas entraram em uma sincronia perfeita, me causando arrepios por todo o corpo.
Suas mãos correram para a barra da minha blusa, onde ele ficou enrolando, talvez indeciso se tirava ou não.
Levei as minhas mãos para a barra de sua blusa e a tirei sem cerimônia, seu peito não era definido, mas era magro. Arranhei seu abdômen, arrancando um gemido baixo dele.
- Ah pequena... Você está me enlouquecendo. - ele mordeu o nódulo da minha orelha, me fazendo sentir algo quente no meu ventre.
Colei nossos lábios e levei minha mão a sua nuca, ele colocou a mão gelada dentro da minha blusa, me causando um gemido pelo contato frio.
- Acaba com isso oppa. - coloquei minha mão em cima da sua, o incentivando a retirar o pedaço de pano.
Eu precisava de seu contato, de sua pele quente na minha.
Os movimentos seguintes foram muito rápidos, em poucos segundos eu trajava apenas meu shorts do pijama e o garoto a minha frente, sua cueca.
Ele desceu os beijos para o meu pescoço, me causando arrepios. Passei minhas unhas de leve pelas suas costas, reprimindo os gemidos.
Seus lábios desceram pelo meio dos meus seios, até o meu umbigo, senti suas mãos afastarem minhas pernas e seus lábios encostarem no interior das minhas coxas, suspirei pesado, pendendo minha cabeça para trás.
Eu sentia o meu íntimo inchado e encharcado, implorando por atenção.
- AH! - gritei ao sentir seus dedos invadirem meu shorts. - Jae... Ah... - mordi os lábios tentando reprimir os gemidos.
- Tão molhadinha. - ele sorriu e tirou os dedos de mim, me fazendo soltar um muxoxo.
- Você é malvado. - fiz bico.
- E você é gostosa. - ele me deu um beijo casto nos lábios e voltou aos meus seios.
Ele chupou meu bico esquerdo e apertou o direito, senti espasmos por todo o meu corpo, sua língua era habilidosa e ágil, apertei as cobertas ao sentir um chupão no meu seio direito.
Precisávamos ser discretos, mas JB não estava ajudando.
- Oppa... - falei rouca, por conta dos gemidos presos em minha garganta.
Ele soltou meus seios e voltou a minha boca, estávamos em um beijo desesperado. Troquei nossas posições, com certa dificuldade.
Nos separei e desci meus lábios ao seu pescoço, ele tinha um cheiro tão bom, inalei o quanto pude e deixei um chupão vermelho, talvez as maquiadoras tenham um certo trabalho.
Fui descendo meus lábios pelo seu peito e sua barriga, JB não é definido, mas tem um corpo maravilhoso.
Minhas mãos, que estavam uma em cada lado de seu corpo me sustentando, correram para sua cueca, a tirando em segundos.
Seu membro já estava mais do que rígido e molhado com o pré-gozo.
Levei meus lábios a sua glande e a chupei, arrancando um suspiro do moreno, dei um sorriso safado e lambi toda a sua extensão, ele colocou as mãos no meu cabelo e fez um rabo desajeitado, entendi o recado e abri a boca, sentindo seu membro tocar na minha garganta, o que me deu uma leve ânsia, o que eu não conseguia “engolir” eu masturbava com a mão, arrancando gemidos e suspiros do menino. Aquela voz grossa fazia meu íntimo implorar por atenção, sentia minhas pernas molhadas por conta da minha lubrificação natural que escorria de tão encharcada.
Tirei a boca de seu membro e continuei os movimentos ritmados com a mão, sua cara de excitação era impagável, quando senti que ele estava chegando ao ápice, diminui o ritmo dos movimentos, fazendo com que ele reclamasse.
- ... Ah... . - diminui ainda mais os movimentos, ele quase se contorcia, implorando que eu acabasse com aquilo.
- Oppa... Você fica tão lindinho assim... - falei mordendo os lábios, ele gemeu alto e eu voltei a envolvê-lo com a minha boca e aumentar o ritmo até ele gozar.
- E você deve ficar lindinha gemendo o meu nome. - ele se sentou e me beijou, trocando nossas posições.
Suas ágeis mãos tiraram o meu shorts, e seus dedos me invadiram sem nenhum aviso prévio, arqueei as costas e reprimi um gemido.
- Ah... - apertei os lençóis entre os dedos.
Ele diminuiu o ritmo dos dedos e desceu os lábios para o meu clitóris, sentir sua língua quente me masturbando foi a gota d'água.
- JB... Ah... Oppa, por... Ah! Fa... Favor... Mais rápido. - ele não me respondeu, apenas continuou com os movimentos lentos, me causando arrepios.
Sua língua adentrou minha intimidade, senti meu interior se contorcer, graças a Deus eu não deixei esse menino sair.
Eu já sentia o meu ápice chegar, e JB também, porque ele simplesmente parou e me puxou para mais perto de seu membro.
- Qualquer coisa... Se doer avisa. - ele falou baixinho, com os lábios perto dos meus.
- Não é a minha primeira vez JB. - sorri e o beijei.
Por um segundo ele fez um biquinho triste, mas depois sorriu e então investiu contra mim sem aviso.
Gemi alto e ele me calou com os lábios, suas investidas eram fortes e rápidas, causavam choques no meu corpo e eu temia que o barulho que fazíamos era possível ser ouvido lá de fora, mas no momento, não me importava muito.
- Ah! Oppa... - gemi arranhando suas costas.
- Oppa não... Jaebum.
- Jae... Ah! - eu mal conseguia falar, saia tudo desconectado e em forma de gemidos. - Jaebum! Ah... Eu... - senti minha intimidade se contrair, apertando o membro do garoto dentro de mim, em claro sinal, que eu chegaria ao meu ápice.
Seus movimentos diminuíram, me torturando, mas logo cheguei ao meu clímax e ele logo depois.
Ele deitou do meu lado e envolveu minha cintura com o braço.
- Acho melhor você ir... - ele não respondeu, apenas deitou a cabeça no meu ombro, deixando sua respiração bater no meu pescoço. - JB oppa...
- Cala a boca . - ele disse um pouco grosseiro. - Mais cinco minutos.
Senti como se aqueles cinco minutos fossem os últimos em que eu o teria nos meus braços.
Ele se levantou e se trocou rapidamente, fiz o mesmo e voltei a sentar na cama.
Ele entreabriu a porta um pouco, para checar que ninguém estava no quarto dos maknaes.
- Ei... Boa noite. - tentei sorrir, mas eu estava chateada porque ele iria e eu nunca mais seria tocada daquela forma.
Ele fechou a porta e sentou ao meu lado.
- Você sabe que não podemos... Continuar né? - ele disse manso, como se falasse com uma criança que não ganharia o seu presente.
- Eu sei JB, você não precisa dizer isso pra mim. É só sair e continuaremos nossas vidas, como se nada tivesse acontecido. - falei grosseira, me levantando e abrindo a porta.
Ele suspirou e se levantou.
- Boa noite . - recebi seu selinho, fingindo má vontade, ele suspirou de novo e saiu.
Me joguei na cama com muita vontade de chorar, mas me segurei.
Virei para a parede, puxei os travesseiros e cai no sono.

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